Desculpe-nos...

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sexta-feira, 14 de maio de 2010

A Publicidade, direcionada para as crianças!

Assistindo o vídeo, fica claro que a publicidade é a maior influente das crianças. E principalmente na faixa etária dos 5 aos 12 anos, que ainda não tem um pensamento formado. Podendo então chamarmos de publicidade covarde.
A Publicidade percebeu que seu maior objetivo, que é fazer com que o público consuma, atinja o seu mais fácil alvo, que no caso são as crianças, pois 80% da influência de compra vêm das crianças dentro de uma casa.
Os pais têm pouco contato com seus filhos para conversar sobre a compra, uns por trabalharem o dia inteiro e outros por não terem um bom exemplo para passar a eles, enquanto a publicidade anuncia todos os dias, em diversos momentos a idéia de consumir, querendo sempre mais do que realmente é necessário e do que a família pode oferecer.
Com essa publicidade a idéia de compra nem precisa passar na televisão, pois ela já está entre as crianças, gerando competições e mexendo com o emocional.
A publicidade promete mais do que a alegria da posse, a alegria da inscrição na sociedade, “de existir”, “popularidade”. Passando uma idéia de que consumindo você será aceito e terá uma existência por isso achando que é feliz. E isso, infelizmente, começa no mundo infantil.
Então, é possível concluir que as crianças entram no circulo vicioso de consumir cada vez mais, em busca de alguma coisa que lhe faça bem. E pelo contrário, não encontram o que realmente querem, ou seja, carinho, atenção, amor e etc. Causando-lhes sofrimento.

Apresento nossa grande amiga, a mídia!

Hoje em dia a mídia está presente na nossa sociedade constantemente, aliás, desde muito tempo ela esta presente. O fato de que somos influenciados pela mídia não é novidade, o caso é o alvo da mídia. As crianças são vulneráveis e muito poderosas dentro da família e de uma sociedade de consumo. Quem negará ao filho o tão desejado brinquedo como presente de natal, ‘data que festeja o consumo, que contem como significado a troca de presentes simbolizando a solidariedade’. As crianças diariamente recebem um pesado numero de informação vindo de todos os lados, e o foco é até que ponto a mídia influencia a personalidade, as vontades e a mente das crianças e jovens.

A família ‘apressada’ e fora dos antigos padrões, torna-se ausente na vida de muitas crianças, que passam a ter o consolo e companhia da nossa grande e conhecida amiga, a televisão, que não fica muito longe daquela conhecida internet! O poder da mídia pode se dizer tão grande que quando não atinge todos, faz com que eles sejam atingidos alguma forma. As crianças usam a mídia, para obter mercadorias, essas mercadorias as dão status dentro do grupo social em que vivem, esse status é igual a movimento financeiro dentro da sociedade de consumo.

No mundo jovem, hoje parques e passeios ao ar livre estão fora do itinerário, o que interessa são os shoppings, lojas, cinemas... ambientes fechados que oferecem supostamente segurança. Equipados com suas bugigangas de valor emocional inestimável (celular, câmera fotográfica, mp4...), absorvem mais mídia do que conseguem imaginar. Novamente a vontade de comprar entra em sua mente submissa que aceita idéias passadas de forma imperceptível.

Até aí nada é muita novidade, somos objetos de consumo, além de números nós esquentamos a economia alimentando os cofres da produção e sendo usados, considerando tudo plausível, porém sabemos até onde tudo isso nos manipula? Relações de exemplos, respeito e admiração não são mais definidos por carinho ou caráter, mas sim por imagens! Preferimos admirar aquele rapper que ganha milhões, queremos ser igual a ele quando crescermos, nos vestir igual à ele e agir como ele, mas nunca o vimos ou falamos. Exemplos de determinação e garra estão presentes, porém muitas vezes, sem querer (ou não) são trocados por ícones famosos. Além de interferir em todos esses fatores, a mídia altera nossa alimentação, e condições emocionais. O fato de não possuir uma boneca mais bonita e maior, do que a da minha amiga me faz ser inferior e vulnerável, condições vividas por crianças cada vez mais precocemente. Na creche, lancheiras do Bem 10, fazem a criança ser mais legal do que o dono da lancheira azul sem enfeites. Os dias mais corridos, criam alimentos corridos. Os chamados fast-foods que nos dominam, oferecem sabores artificiais, porém que nos trazem prazer e saciedade. Não existe tempo para cozinhar quando se tem mil coisas para fazer! Não podemos perder o reality show! É muito mais fácil pedir uma pizza.

A grande caixa mágica que emite sons e que a cada dia evolui mais, passa várias coisas além de mídia, muitos assuntos educativos e que alimentam nosso conhecimento, porém o que você assiste? O que você gosta de assistir? É claro que a novelinha nossa de cada dia torna-se mais interessante e importante do que documentários.

Relação da mídia com os jovens


A mídia se concentra na população mais jovem, por serem fáceis de manipular, e por serem o futuro de tudo. Já criando na criança de 6 anos, um consumidor insaciável, que acaba sendo motivado pelos pais que não tem estrutura, e também são consumidores, para dizerem “não” a criança e ao jovem.

A população jovem, é muito ligada ao afeto, que já vem de casa, tomando por exemplo suas próprias mães, que para muitos é exemplo tanto de carinho quando de perseverança, e porque não de consumo. Os pais, por estarem cada vez mais ausentes, trabalhando para sustentar a vida de seus filhos, deixam os jovens vulneráveis a qualquer propaganda que faça com que eles se sintam melhores do que já são. Porque é isso que procuramos, que queremos, ser melhor do que todos, independente do que tivermos que fazer ou tivermos que ser.

Nós jovens, gostamos de propaganda praticas. Elas precisam chegar fáceis ao consumidor e de forma simples, funcional e criativa. Nos movimentamos muito pela cidade, mas não exploramos novos lugares, por isso a propaganda precisa ser fácil de ser compreendida e bastante criativas, para que chame a nossa atenção. O jovem precisa estar conectado com o mundo, grande parte do seu tempo, então os “gadgets” já fazem parte do nosso corpo, precisamos ter eles na mão sempre que preciso. Por mais que passemos grande parte do nosso tempo em casa, que é o lugar mais citado pelos jovens por ser onde se sentem livres, também consumimos muito a mídia em casa. Em nosso computadores, televisões e até mesmo por influencia de amigos, familiares.... Principalmente, no mundo das crianças, onde existe muita competição, quando uma criança vê a outra com um sapato mais bonito que o seu e que a deixa mais bonita e melhor, com certeza vai querer que sua mãe compre. Gerando assim, um circulo de influencias, onde influenciando uma cabeça, depois duas, três...

Ou seja, a mídia precisa saber como a população se sente, age e pensa. Para a partir daí criar algo em cima das necessidades, e possibilidades da grande maioria. Não seria válido para a mídia, fazer uma propaganda em que não fosse localizada onde a grande maioria circula, não fosse simples, Porque não temos mais tempo, e criativa, por também não termos tempo e interesse para qualquer coisa que nos aparece.

A informação nós é lançada de forma muito rápida, e não sabemos aproveita-lá. Precisamos ter mais cultura, inteligência. Para não seremos no futuro fácies de manipular, de comprar. Os pais tem que estar mais atento ao seu filho e saber controlar, e os jovens mais críticos para que a mídia se torne com mais conteúdo do que ela tem.

PUBLICIDADE E A CRIANÇA



Crianças hoje são captadas para esse consumo forte muito mais cedo, em um aparelho que a metade da população tem, a tv, e se admiram com aquele mundo do “tudo pode”.Todo o pai é o mesmo, quer sempre dar o que o filho tanto deseja, por que quer ver a sua felicidade, como todo pai, mas, também tem aquele pai que para substituir a sua ausência alimenta o filho com esses brinquedos que tira a criança do seu real propósito, que é aquela brincadeira, aquele grupo de amigos que quer se sujar, subir em arvore, solta pipa, aquele mundo que os nossos pais faziam parte, o mundo saudável o real, não aquele mundo criado pela publicidade e que os pais deveriam alerta e mostra que o bom da vida é aproveitar e que essa idade é curta e passa muito rápida, uma idade que não tem responsabilidades e vão cria pessoas mais mesquinhas e egoístas e vão se culpa algum dia. A publicidade não pensa no que as crianças vão ser daqui a um tempo, vão pensar em novos modos de chamar atenção daquelas cabecinhas que querem coisa nova, coisas fáceis de brincar, por que hoje é assim , a crianças brinca, uma, duas vezes com o brinquedo e depois chega deixa de lado, querem o brinquedo que não é para pensar muito, elas hoje se cansam de cria, de imagina, mas é o que a criança deveria, entra num mundo de fantasia, com princesas , com historias que só elas, com a idade delas podem imaginar, mas elas já tem um mundo montado que elas se sentem satisfeitas nele, que neles tem o que querem do modo deles, e que elas se sentem felizes por que elas se vêem nele. Hoje percebemos que os pais são os espelhos dos filhos, por que os pais também têm esse consumo louco e desenfreado e os filhos acabam se espelhando neles, mas não só em relação a consumos, mas também se espelham em relação à vida, tem mães que criam os seus filhos sozinhos dão todo o amor que necessitam e os filhos vêem e querem leva isso que elas tanto ensinaram a garra,a força , a determinação, o respeito e entre outros que só uma mãe poderia ensina e isso é um ponto importantíssimo para um mundo que só tem gente pensando em si. Se a publicidade hoje pensa assim, que é alimentando cabeças dessa forma, se fosse alimentando coisas boas, poderiam muito bem ser bem vindas, mas não alimentam para serem robôs , e isso é um roda de consumo, criança, adultos , idosos e depois mais crianças e assim vai , não vai acaba. Se a crianças vê que o mundo dela é esse o real que ela pode sim brinca com bonecas, se sujar sem pensa em como eu vou limpar, se divertir por que essa é a melhor fase da vida de qualquer pessoa, e não pensar em comprar vai esquece das coisas mais importantes da vida, eu não quero que meu filho seja uma pessoa vulnerável, uma criança, um adolescente, com cabecinha criada, quero que ele viva a vida de maneira sadia, por que hoje eu sei o que acontece com as crianças nesse vicio que elas vivem e vou passar isso para todos que puderem ver o risco que os seus filhos estão presenciando.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

A cultuação da mídia

Na era em que a cultura do consumo fala mais alto entre as pessoas e por consequência a minoria dominante se torna cada vez mais poderosa,a mídia se torna de certa forma o '' analgésico fatal'' com uma dose de áudio visual puro criado pelos meios de comunicação que usam como principal vítima as crianças que se influenciam facilmente através da manipulação de seus conceitos ainda em formação,o que facilita o domínio da mídia sobre a sociedade de consumo que cultua um rito obsessivo de compra e acaba gerando um ciclo no qual as crianças acabam sendo alvos fáceis para que o mesmo se mantenha.Por causa dessa fraqueza na estrutura da sociedade, que que ela se faz dominada e influenciada facilmente, pelo mau uso da informação concebida que é descartada facilmente e é inútil quando não transcendida.As crianças são outro fator, por causa de sua fácil influência ao consumo elas querem ter tudo o que é transmitido a elas como uma lavagem cerebral, o que as torna extremamente consumistas e possuidoras, porque a estrutura familiar formada pelo sistema capitalista tem como solução para isso, a compra dos produtos que são anunciados, para que a criança pare de chorar o pai ou a mãe acabam comprando o doce, o brinquedo, o que a criança quiser, isso faz com que cada vez mais a cultuação de consumo passe de geração para geração e fortaleça cada vez mais o processo de alienação da sociedade dominada.A estrutura familiar também interessa a mídia a ponto de que as mães são as principais figuras em que os jovens se espelham para seguir um caminho futuro e através disso de geração em geração, como citado antes, a informação que a mídia passa através dessas é transmitidas pelas mães que acabam influenciando no modo em que os jovens pensam e consomem, por serem a referência de comportamento.Dessa forma segue a cultuação, o processo de alienação que utiliza da mídia sua principal arma de persuasão para atingir a fraca estrutura familiar formada pelo capitalismo que fiancia as propagandas tão bonitas e mentirosas que vemos na televisão para que continuemos sentados no sofá vendo o que eles, os dominantes querem transmitir e omitir para as nossas mentes.

domingo, 9 de maio de 2010

A mídia onipresente

É muito ruim ver como a publicidade usa a propaganda de um modo muitas vezes apelativo demais, voltando sua atenção para as crianças que são obviamente o elo mais fraco na corrente contra a grande interferência da mídia no nosso modo de vida atual.Tudo esta cada vez mais precoce e se tornando grande demais para ser controlado.
Quando uma criança assiste à uma propaganda de brinquedo, roupa, sapato e afins para a sua idade ela não percebe toda a cultura de consumo que está por trás disso, ela escuta e quer pra ela o que está sendo dito ali, que ela vai ser mais bonita, que os amigos vão ter inveja dela, ou que todos vão gostar dela..
É revoltante ouvir uma criança dizer que prefere comprar à brincar, ver que ela não pensa duas vezes antes de responder o nome de uma marca só pelo símbolo, mas fica sem palavras quando lhe pedem para reconhecer um animal ou uma fruta. Alguns podem dizer que isso é bobagem, mas NÃO é ,criança tem que pensar e agir como criança,correr, se sujar, sair pra brincar na rua..Não ficar preso dentro de casa na frente de uma televisão que nem um zumbi que não sabe fazer outra coisa.
A mídia é cruel e sabe exatamente como se fazer notar. Obviamente que as propagandas de brinquedos passam muito mais em horários de programas infantis, do que na hora da novela, por exemplo. Isso em alguns países é proibido e na minha opinião devia ser assim no Brasil também.
Outro assunto abordado é como os jovens de hoje são dependentes de aparelhos como o celular, iPhone,iPod,o mp3, mp4...E não foi qualquer pessoa que chegou a essa conclusão, eles mesmos dizem que não vivem sem e que precisam deles para se sentirem ‘’conectados’’ com o mundo envolta deles quando não estão em casa e não têm, por exemplo, um computador perto para estarem recebendo informações a todo momento.Isso quando eles saem de casa porque como diz o segundo documentário os adolescentes gostam de lugares fechados e preferem ficar em casa à se aventurar pela cidade. E é por isso que o lar está se tornando um lugar cada vez mais jovem ,eles têm tudo o que precisam sem muito esforço
Como um filho se espelha muito nos pais, principalmente na mãe, é fundamental que eles sejam bons exemplos e saibam impor limites. E não adianta aquela desculpa ‘’eu não tenho tempo pro meu filho por isso vou substituir a minha presença dando tudo que ele quiser’’.Isso pode parecer ajudar mas na realidade só está estragando, e com o tempo vira um problema muito maior, como uma pessoa super consumista que acha que pode ter tudo e acaba descobrindo da pior maneira que isto está errado.Saber dizer um ‘não’ na hora certa ajuda um filho a ser uma pessoa melhor quando ele for adulto e tiver que enfrentar o verdadeiro mundo lá fora.

sábado, 8 de maio de 2010

Crianças e a Mídia




Na sociedade de hoje, a mídia está tão presente que já está afetando até as crianças, até não, principalmente elas. Hoje em dia, pelo menos no Brasil o índice de propagandas em horário de programação infantil é mais alto do que em programação adulta. A mídia já está tentando chegar aos pais através de seus filhos, se formos verificar, em época de dia das crianças, os preços de mercadoria cresce muito e, as propagandas na tv são mais freqüentes. São estas propagandas que vão despertar nas crianças a necessidade de consumo, o fato de algum colega de aula ter comprado aquele tênis, aquele brinquedo que agora está aparecendo na tv vai gerar na criança uma certa “inveja” se é que se pode chamar assim e isso, vai fazer com que, quando chegar em casa essa criança irá direto pedir para os pais os produtos. A sociedade atual está muito consumista, não só as crianças e jovens, mas todos já estão com aquela necessidade de ter. Mas, como as crianças são mais influenciáveis é mais fácil atingi-las, mostrando em comerciais varias crianças felizes só irá despertar nelas aquele pensamento “se eu e meus amigos também tivermos isso seremos felizes assim”. O que gera mais e mais gastos, muitas crianças querem os produtos apenas por ter e nem ligam em brincar, mas se algum coleguinha vier dizer que comprou tal coisa ele poderá dizer que já possui.

Muitos pais, tentando desviar os olhares para a sua ausência, seja por trabalhar demais ou por não morar junto, acaba presenteando seus filhos, sem motivos. Essas crianças depois irão se tornar mais consumistas e se um dia alguém não puder lhe dar o que deseja elas não irão entender e assim, irão se “revoltar”, irão brigar, ficar bravas ou ate tristes. Hoje as crianças costumam, inclusive chorar por coisas materiais, se um dia elas caem de bicicleta, começam a chorar muito e, depois de algum tempo já irão se voltar ao bem material, se foi destruído irão ficar tristes por isso e não pelo machucado e, também, já irão pedir uma nova. O que falta é limite para este tipo de crianças, o Brasil também deveria adotar as medidas adotadas por vários outros países referentes às propagandas dedicadas às crianças. E, se os pais começassem a explicar, desde pequenas que não poderiam ter tudo que querem e que elas não podem sair pedindo tudo o que vêem a sociedade iria se tornas menos consumista e, talvez, mais organizada economicamente.

E, além do fato de sempre quererem brinquedos, elas já estão se alimentando mal, quem é que nunca olhou uma propaganda de fast food e morreu de vontade de comer? Elas não tem culpa de serem influenciadas facilmente, mas a mídia se aproveita disso, o índice de obesidade infantil cresce cada vez mais, e é cada vez mais comum encontrarmos crianças com menos de sete anos comendo este tipo de “porcarias”. E, as crianças querem se tornar cada vez mais adultas, saindo por ai com um celular, ligando para todo mundo, gastando mais em contas de celular. Pesquisas comprovam que crianças com menos de nove anos já possuem celulares e, na maioria, já se encontram com o seu terceiro celular, elas querem sempre o melhor, normalmente eles já possuem câmeras, mp3, entre outras coisas que não são de extrema importância para uma criança.


Criança, a alma do negócio

O vídeo mostra a realidade da última geração. A triste verdade sobre as crianças brasileiras que são bombardeadas diariamente com propagandas e uma publicidade totalmente voltada para elas.
Como sabemos, ou imaginamos, uma criança deveria gostar de brincar, de correr, etc., o que, na minha opinião, faz dessa fase a mais feliz da vida. Hoje em dia, as crianças de oito anos de idade já tem o seu terceiro celular, como dá um exemplo no documentário. Elas estão muito mais ligadas à tecnologia do que podemos imaginar. Talvez não saibam o que estão usando, mas simplesmente querem ter cada vez mais e se exibir com os seus objetos de alta tecnologia. Por exemplo, quando vemos uma criança em propaganda de celular na TV, achamos bonitinho, achamos "fofo", mas a maioria das pessoas não sabe o que está presenciando, não sabe tudo o que está envolvido naquilo. São esses tipos de propaganda que entram na mente das crianças brasileiras e de muitas outras espalhadas pelo mundo. Os pequeninos ficam tão encantados, que também querem ter o que a criança da propaganda tem, querem ser iguais a ela.
Os pais na maioria das vezes põe a culpa no tempo e no emprego. Como muitos falam do vídeo: "preciso de dinheiro pra sustentar a família, e para dar o que meu filho pede." Existem muitos outros motivos citados, mas esse foi o principal. Acontece que algumas vezes o que o filho precisa não é de um brinquedo mais novo, ou algo que chame a atenção, mas sim um pouco de afeto e carinho, porém aceitam o que os pais estão oferecendo. Isso porque os pais apenas pensam que estão satisfazendo seus filhos com os bens materiais, quando na verdade, só estão os trazendo para o lado do consumismo, em ter alguma coisa que não tem grande necessidade.
Em outro documentário, "Os filhos da mãe", é possível notar a relação mãe e filho. Como os filhos buscam inspiração nas mães, e o quanto de importância elas tem para eles. Entre os entrevistados, a pessoa mais querida mais citada foi a mãe, seguida dos irmãos e irmãs, e depois o pai. Para muitos jovens, a mãe é exemplo de vida. É quem ajuda eles a seguirem seus sonhos. O problema é que, juntando ou dois ducumentários, percebemos que as mães de hoje mais se preocupam em dar o que o filho pede, mas não precisa realmente, do que educar de forma correta e contra o consumo de coisas sem necessidade. Este documentário é voltado para adolescentes da nossa idade, mais ou menos quinze ou dezesseis anos.
Outro aspecto mensionado, é que a casa está se tornando um lugar extremamente jovem, ou seja, os jovens dos dias de hoje estão preferindo ficar em casa, não só pelo aconchego, mas pelos recursos como internet, televisão, etc. Os jovens estão "consumindo" informações que as vezes são passadas para nós de forma errada, como a mídia.
Por muita sorte meus pais tinham todo o tempo do mundo para mim, eles me davam bons exemplos e me diziam que o consumismo não é certo. Em algumas famílias, os pais são levados a dar cada vez mais coisas para os filhos, e sem eles realmente precisarem. Como o jeito que eu fui criada não permite que os filhos dominem a família, eu acho que é este exemplo que passarei aos meus filhos, daqui a um tempo. Claro que não poderei proibi-los de ver televisão, e de ter amigos que foram criados com uma forma diferente, mas acho que se tiverem uma boa base, serão ótimas pessoas no futuro.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Uma animação para entender melhor as mediocridades que a mídia espalha, com o foco na música transformada em lixo cultural, no inicio sendo ridicularizados e motivos de risada, logo virando um modismo inútil.

http://www.dcstudio.com.br/animas/Antirebolation.swf

" Saber que é humano, ridículo, limitado, que só usa dez por cento de sua cabeça animal. " Raul Seixas

terça-feira, 13 de abril de 2010

Por que a "Estrutura da População" interessa à Mídia!?

Prezados estudantes,
em nossos estudos sobre Geografia da População já aprendemos bastantes coisas. Especificamente e relativamente à Estrutura da População brasileira, estudamos os interesses que a Grande Mídia tem pelas crianças e os efeitos deste interesse.
O vídeo “Criança, a alma do negócio” mostra tal realidade de forma bastante crítica:





Se vocês quiserem ir além e saber mais um pouco acerca de como a Grande Mídia tenta atingir, dessa vez, a vocês mesmos jovens adolescentes, sugiro assistir ao seguinte vídeo, que está no Vimeo, dividido em cinco partes:


Novos Consumidores 2 - Parte 1/5: Os Filhos da Mãe from njovem on Vimeo.

Nesse sentido, após terem assistido a estes vídeos, e, com base nos conhecimentos adquiridos em sala de aula, vocês são convidados a teorizar, a partir de um texto opinativo, buscando uma resposta para a seguinte pergunta: por que a "Estrutura da População" interessa à Mídia!?